Com lombadas retiradas, Dourados segue há quase dois anos sem sinalização

Com lombadas retiradas, Dourados segue há quase dois anos sem sinalização

Desde a desativação das lombadas eletrônicas, diversos pontos da cidade, como os arredores de escolas, não têm sinalização para redução de velocidade e atenção.

Após muita polêmica, mudanças e contratos, as lombadas eletrônicas foram desativadas em 2019 e, em Dourados, os aparelhos terminaram de ser retirados no ano passado. Porém, desde a desativação, nada foi feito nos locais onde elas ficavam, o que preocupa os moradores.

Áreas que exigem um pouco mais de atenção e cuidado, como nas proximidades de escolas, não receberam uma sinalização específica para controle de velocidade a atenção no trânsito.

Com a troca de gestão pública e o início do processo de licitação para a instalação de novas lombadas, a prefeitura aguarda para, enfim, realizar a sinalização. “Estamos trabalhando para a instalação de novas lombadas, assim que essa questão for resolvida e forem definidos os locais de instalação, vamos iniciar a sinalização na cidade. Queremos fazer isso o quanto antes.”, afirma Mariana de Souza Neto, diretora-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Dourados).

Representantes da agência devem ir até o Detran de Campo Grande no próximo dia 23 para se informar sobre o andamento da licitação.

Educação no trânsito

Com a retomada dos trabalhos a Agetran estuda novas formas de conscientização no trânsito, enquanto o impasse das lombadas não é resolvido. “Em março vamos iniciar o trabalho de blitz educativa nas ruas de Dourados, além disso estamos preparando materiais de divulgação para promover a conscientização.”, finaliza Mariana.

Fim das lombadas

As lombadas eletrônicas passaram a operar em Dourados em 2015, porém, em todo o Mato Grosso do Sul elas começaram a ser desligadas em julho de 2019.
O motivo do fim do contrato foi a alegação da Perkons, empresa responsável pelo funcionamento das lombadas, que passou a cobrar R$16,3 milhões que não teriam sido pagos pelo governo do estado.

Fonte: https://www.progresso.com.br/